Num momento em que as organizações enfrentam níveis crescentes de complexidade, o programa parte de uma ideia central: a liderança não se aprende apenas em sala, constrói-se em situações onde a decisão é exigida, o erro é possível e a adaptação é crítica.
Durante a sessão, os codiretores do programa, Ricardo Cunha e Inácio Rozeira, destacaram a importância de preparar líderes para atuar em ambientes onde a informação é limitada e o risco é constante, sublinhando a necessidade de desenvolver resiliência, clareza estratégica e capacidade de decisão sob pressão.
Um dos momentos mais marcantes foi o testemunho de António Botelho Moniz, que partilhou a sua experiência em contexto de expedição. Entre a expectativa e a realidade, destacou os momentos de dúvida, a gestão do esforço e o impacto transformador da experiência, tanto a nível pessoal como profissional.
Com início previsto para junho de 2026, o programa está estruturado como uma jornada em três fases: preparação, expedição e debrief, combinando aprendizagem em sala com aplicação prática em contexto extremo.
O ponto alto será a expedição ao Kilimanjaro, entre 25 de outubro e 1 de novembro, onde os participantes serão desafiados a aplicar ferramentas de liderança em condições reais, marcadas por pressão, incerteza e recursos limitados.
Mais do que uma formação tradicional, o Summit Leadership Kilimanjaro propõe uma experiência imersiva, orientada para o desenvolvimento de líderes capazes de atuar com eficácia em cenários exigentes e imprevisíveis.
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